agosto 24, 2007

"JÔ SOARES - ENTREVISTA PSIQUIATRA - FIBRO O QUÊ?"

http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM719598-7822-MEDICO+PSIQUIATRA+ADAIL+IVAN+DE+LEMOS+FALA+SOBRE+OS+DIFERENTES+TIPOS+DE+DOR,00.html

Queridas amigas! Ontem, ou seja, hoje de madrugada, perto de 01:00 horas mais ou menos, assisti segunda entrevista no programa do Jô, com o psiquiatra Adail Ivan de Lemos, onde ele fala sobre os diferente tipos de dor: dor aguda (exemplo: dor de dente, onde o dentista tem como eliminar a dor), dor crônica (câncer, dor fantasma, fibromialgia) e fiquei na expectativa que teríamos informações sobre a Síndrome da Fibromialgia. Só que infelizmente, quando ela foi citada, Jô Soares a comparou com as dores tipo "andaço", que significa, literalmente, doença que está grassando numa localidade; pequena epidemia; contágio, parece ser um vocabulário muito usado no nordeste para explicar dores que andam pelo corpo.
A entrevista foi muito curta em comparação com o primeiro bloco, e acredito que ficou muito a desejar, foi feita também a divulgação do livro do Dr. Adail Ivan de Lemos - Dôr Crônica.
Achei interessante quando ele comentou sobre um outro escritor médico que escreveu sobre "UMA DOR TROCADA POR OUTRA DOR", preciso procurar saber mais sobre esse assunto.
Incrível, não! Pensei que teríamos uma entrevista que enriquecesse a Área de Saúde que anda tão precária.
É uma pena, com certeza. Lastimei, dormi frustrada, pensei que teríamos a oportunidade de conhecer mais sobre as dores crônicas e seus diversos tratamentos. O Dr. Adail tentou, mais Jô apenas divulgou o livro do médico, tudo ocorreu muito rapidamente, achei que a entrevista deveria ser mais explorada. Então nos resta comprar o livro para saber mais sobre os trabalhos do psiquiatra, com certeza devem conter informações de grande porte.

2 comentários:

MULHER E GUERREIRA POR NATUREZA!!!! disse...

Cris... é sobre essa mesma entrevista que falam lá na comu "Eu tenho fibromialgia".
Eu infelizmente não vi a entrevista.
Mas já estou revoltada!
Realmente fica muito difícil lutarmos contra o preconceito, a falta de informação; pois nem mesmo os médicos têm o conhecimento suficiente para tal.
Somos vozes gritando no além.
Precisamos encontrar nosso eco!
Muito se escreve, muito se diz... mas nada foi ainda provado.
Não passam de especulações, possíveis hipóteses.
Claro que temos que saber a causa, para tratarmos essa dolorosa consequência.
Mas enquanto não se chega a uma conclusão, precisamos ser consideradas, compreendidas, tratadas com respeito e atenção.
Vc diz no seu texto seguinte:
"A família e a sociedade podem ajudar ao deprimido fornecendo apoio e solidariedade e não conselhos".
Eu, adorei sua frase!
Aliás, eu ampliaria essa afirmativa. Não a aplicaria somente aos deprimidos, mas a todo e qualquer paciente.
Afinal, quando passamos a ser "pacientes" (que aliás não sei porque recebemos esse nome, pois ficamos realmente é "impacientes"!) ficamos sensivelmente fragilizados. E uma palavra mal colocada é o suficiente para agravar o estado.
Precisamos é de respeito.
Tudo leva um tempo para ser digerido. E não podemos e não devemos pular etapas... A digestão de tudo que nos acontece leva um tempo. Tempo esse diferente para cada "paciente".
Eu tenho no momento a cabeça fervilhando de idéias, de projetos, de anseios, de desejos, de sonhos...
Tá uma zona na minha cabeça agora.
Mas preciso colocar as coisas por ordem de importância, de urgência.
É difícil, mas vou fazer.
E vc sabe que conto com você.
Miga, não sei quais são seus problemas, nem a proporção que eles têm; só sei que vc ainda não percebeu.. mas está lutando e vencendo cada um deles, e com galhardia! Fique certa!
Realmente, é difícil lutar quando nos achamos sozinhas. Achamos!
Porque na verdade temos uma força interior tão forte e tão grande, que nem mesmo nós sabíamos de sua existência. E você tem!
Eu também passei por momentos difíceis que não gosto de relembrar, mas hoje já foram superados.
Penso que muitas vezes nós mesmos não nos damos conta que já superamos, ou já passou, ou até.. que estamos melhor!
Comigo já aconteceu isso.
Sabe, fica pra tras aquela lembrança da dor, da angústia, do medo... e qualquer coisa que nos faça lembrar isso, já é capaz de desencadear um processo doloroso.
Ou seja,o problema já passou, já foi solucionado.. mas ainda é capaz de nos machucar.
É meio louco isso, não?!
Cris, seu trabalho é muito legal, porque está levando a discussão, a reflexão, a um exercício diário de auto-crítica.
Você está dividindo conosco suas experiências boas e más, para que tenhamos a oportunidade de tirar o melhor proveito de tudo. Basta querer e se empenhar.
Só quero te pedir que... continue na trilha para sua melhora, para sua paz interior, para a quietação de seu espírito, para sua harmonia.
Não deixe que o passado continue a ditar na sua vida.
Você é uma MULHER EXTRAORDINÁRIA, E GUERREIRA!

Cristian disse...

Cris foi por causa desse incidente do Sr.Jô que acabei criando com a Silvia a comunidade Fibromialgia na Mídia, gostaria que seus leitores e amigos fizessem parte também. Mandamos para Globo uma carta registrada escrita pelo Dr. Vinícius filho da Silvia pedindo retratação, mandamos também vários e-mails mas nada... Ah seu eu fosse neto do Roberto Marinho...